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Cibercriminosos miram ataques na educação a distância em 2020

By 29 de setembro de 2020No Comments

A cada ano, a educação a distância tem registrando crescimento no Brasil. Entre 2017 e 2018, houve um aumento de 17% em número de alunos matriculados, segundo estudo realizado pela Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância). O levantamento estima que, em 2019, aproximadamente 9 milhões de estudantes optaram pela modalidade EAD.

Cibercriminosos miram ataques na educação a distância em 2020

Com a pandemia da COVID-19, essa migração do presencial para o remoto foi acelerada. E a educação a distância se tornou a única forma dos alunos – sejam do ensino fundamental, médio ou superior – continuarem aprendendo e evitarem ao máximo o atraso do calendário letivo.

Paralelamente, os cibercriminosos estão sempre de olho nas próximas tendências da sociedade e encontraram especificamente neste nicho uma oportunidade para roubarem dados. Porém, os afetados não foram somente estudantes e professores, como também as instituições de ensino.

Plataformas de e-learning são alvos de DDoS

O novo relatório da Kaspersky mostra que os ataques de negação de serviços (DDoS) contra plataformas de e-learning aumentaram mais de 350% de janeiro a junho deste ano em comparação ao mesmo período de 2019. A técnica busca sobrecarregar uma rede até o servidor ficar inacessível, fazendo múltiplas solicitações até que ele não possa mais atender e negue o acesso aos usuários.

Segundo a Kaspersky, os DDoS são particularmente problemáticos porque podem durar desde alguns dias a algumas semanas, causando transtornos nas operações das organizações e, no caso de recursos educativos, impedindo estudantes e professores de acessar os materiais de ensino.

Malwares disfarçados de aplicativos de conferência ou de EAD também foram identificados

Outro método usado pelos criminosos para roubar dados são os malware disfarçados de aplicativos de conferência ou ensino a distância, como o Zoom, Google Meet, Google Classroom e Blackboard.

“A educação a distância tornou-se uma necessidade para milhões de estudantes em todo o mundo e muitas instituições de ensino foram forçadas a fazer a transição com pouca ou nenhuma preparação. O consequente aumento da popularidade das plataformas educacionais online, associado à falta de preparação, tornou o setor educacional um alvo ideal para ciberataques”, explicou Roberto Rebouças, gerente-executivo da Kaspersky no Brasil.

Como proteger as instituições de ensino?

Quando falamos em instituições de ensino não estamos nos referindo apenas à grandes universidades e escolas.

Até mesmo negócios menores, como escolas de idiomas que atuam regionalmente ou cursos preparatórios para vestibular, estão vulneráveis ao ataque de hackers. Afinal, são empresas que trabalham com dados de pagamento e informações pessoais – muitas vezes dos pais destes estudantes.

A Kaspersky disponibiliza diversos produtos de Segurança da Informação, comercializados pela Solo Network, para auxiliar empresas de diferentes portes. O Kaspersky Small Office Security, por exemplo, foi desenvolvido exclusivamente para estabelecimentos com poucos colaboradores. Já o Kaspersky Endpoint Security for Business proporciona um conjunto de produtos que oferece segurança para todos os tipos de terminais de rede, de dispositivos móveis a servidores.

Converse hoje mesmo com nossos consultores e entenda de que forma podemos proteger os seus dados, dos seus colaboradores e também dos seus alunos. É só clicar aqui.

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